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acho que finalmente vou poder virar um super sayajin e ter pokémons ou pilotar mechas!



Talvez eu tenha descoberto que seres humanos podem ter os poderes que são mostrados nesses desenhos japoneses que as televisões dizem que influenciam as crianças a serem mais violentas e tudo mais, e acho que não sou só eu que tenho esse poder, todos que expelem alguma expressão pra fora da alma de alguma forma, também tem. Não pensava assim antes de assistir BECK, é um pensamento que me leva diretamente a minha infância, a qual eu tanto gostaria de ter os poderes que os personagens que eu acompanhava na televisão tinham, no meu caso (e não só no meu), esse poder é a música, e quem esta lendo isso e também faz música por acaso, só dou boas vindas para o personagem de anime mega poderoso que você sempre quis ser estar finalmente vindo para sua realidade.

BECK é um anime curto, tem apenas 26 episódios, mas o que me atraiu pra vê-lo, foi o fato de uns amigos meus que tocam já terem comentado frenéticamente sobre o seu final (que realmente, é muito bom). O personagem principal é o Koyuki, ele é um estudante tímido, tem extrema dificuldade de se encaixar com as outras pessoas, depois que ele conhece Ryusukke, guitarrista da banda "Serial Mama", ele fica decidido a aprender guitarra e a cantar, o anime vai se desenrolando, e a banda BECK se forma! O legal é que da pra perceber que há personagens inspirados em músicos de bandas famosas! Eu pelo menos percebi um inspirado no Zack De La Rocha (Rage Against The Machine) e outro inspirado no Flea (Red Hot Chilly Peppers). É empolgante demais a forma como você acaba ficando junto da banda quando ela está no palco, torcendo por eles, durante o período que eu assisti BECK, eu sempre pensava em todos os meus projetos músicais durante os episódios, muito inspirador. As músicas das bandas virtuais são muito maneiras! Depois que terminei o anime, me peguei viciado em várias músicas das bandas pertencentes ao anime, são bem divertidas, e o legal, é que eles encaixaram até algumas bandas virtuais na história da música da realidade, na verdade, durante o anime todo podemos ver referências de bandas em todos os lugares, citações de músicos, camisetas de banda, e até mesmo cover de uma grande banda, eu até falaria, mas acho que prefiro deixar você ver por si só, caso tenha vontade.



O que mais me chamou a atenção no anime, foi o que citei no começo do post, o fato de que na época que eu acompanhava os episódios, eu acabava por pensar na minha vida musical de ensaios, gravações e shows em algo próximo de super-poderes! E acredite ou não, é mais ou menos por aí, me lembrou um pouco de um texto que li sobre o "Um Só Caminho", cada um tem seu caminho, o médico pela cura, o pintor pela pintura, o ator pela atuação, o escritor pela poesia, enfim... Agora imagine que você é um... ãhm... (o que você pode ser?) um dente, vivendo numa população de dentes! E você é um idealizador de modelos de escova de dentes! Agora digamos que você e todos os outros dentes IMED (vamos botar esse nome gigante em sigla) participam de um torneio como aquele do começo da saga Majin-Boo do Dragon Ball Z, lutando pela liderança das vendas... Aí do nada, uma bola preta e do mal chamada Kárie-Boo (entendeu o trocadilho?), começa a ameaçar os dentes de todo o mundo, e você, como idealizador de modelos de escova de dente deve lutar contra ele para salvar a população do mundo da destruição, e pra isso, você precisa juntar as 12 esferas feitas de pasta de dente! Voltando a realidade, acho que vocês entenderam o que eu quis dizer, se não entendeu, tente fazer sua mente voar um pouco, porque é essa imaginação que nos motiva a viver, se não fosse por ela, você teria um espaço em branco na sua mente no lugar de desejar coisas! Então, mãos a obra, é hora de você pegar a guitarra, ou o microfone, ou o papél, ou o photoshop ou a máquina de construir escovas de dentes e partir pra batalha!

King Crimson - Cat Food

Cayo.

pelo menos matamos o tédio um do outro...



É estranho... Alguém acha um caderno, mentaliza a face do ser, em combinação com o nome da vítima escrito no caderno, a pessoa estará morta, o fato da face ter de ser mentalizada faz com que nenhuma pessoa com o mesmo nome morra por engano. Se a causa da morte for escrita até 40 segundos depois que o nome for escrito, a causa ocorrerá, desde que não seja impossível... Caso contrário, a pessoa morre de ataque cardíaco. O humano que tocar no caderno assim que ele chegar no nosso mundo, se torna automáticamente, o novo propietário do mesmo, e o dono também poderá ouvir e ver o shinigami (deus da morte) que foi o propietário original do caderno no mundo dos Shinigamis. Quem utiliza o Death Note não pode ir nem para o céu, e nem para o inferno. O material de escrita pode ser qualquer um, desde que o nome da vítima esteja legível. Mesmo não tendo posse, qualquer ser humano pode escrever o nome de alguém no caderno e causar o mesmo efeito a pessoa. Uma página ou pedaço do Death Note, tem o mesmo efeito que o caderno em si. O humano que usar o Death Note, após sua morte, irá ao mesmo destino das pessoas mortas por ele, nesse caso, o vazio.

Essas são algumas das regras do Death Note, como você ja sabe (ou ja sabia antes de ler o páragrafo acima). O anime tem enfâse na investigação, diferente da sua grande maioria, aqui não são vistas lutas, mesmo que ainda role cenas de ação. O legal dele, é que ele te faz pensar com uma visão mais analítica nas situações do dia a dia. Tudo começa quando um garoto chamado Light Yagami acha o caderno no mundo dos humanos, e começa a escrever nomes de criminosos para tornar o mundo um lugar melhor. Acompanhado pelo shinigami Ryukki (que é viciado em maçãs). A polícia começa a reparar nessas inúmeras mortes por parada cardíaca, e logo, o Kira (nome do assasino que mata utilizando o caderno), começa a ser perseguido pelo detetive L. Acho que essa é a base da história, no próximo páragrafo eu quero comentar avisando que eu posso acabar spoileando algumas coisas, mas vou tentar ser sutil. Caso se pretenda ver o anime algum dia da sua vida e acha que vale a pena se arriscar ao ler o próximo parágrafo, siga em frente, caso contrário... esteja avisado.



Light queria criar um mundo aonde só os "justos" vivessem, tendo como classificação de justo, aquele que não comete crimes, ou não falta com o respeito de forma extrema com outro ser humano, Light só estava lutando pelo que ELE achava certo. Por mais que o mundo ache que você esta errado, se você acreditar em alguma coisa, deve ir até o final... Isso até me lembra uma letra do Medulla "I Was A Monster", que fala de um terrorista que tenta provar pra sua amada que ele luta pelo que acha certo, não importa o que ele faça, claro, acredito que o mundo irá acabar dando a ele as consequências, é a tal da lei da ação e reação, também conhecida como o karma. Temos nosso livre arbítrio, e até mesmo Light estava usufruindo do seu livre arbítrio quando tomou a escolha de escrever os nomes dos criminosos para criar um "mundo livre do mal", claro que no fim de tudo, ele acabou tendo que aturar as consequências do que ele fez. É interessante o fato do Ryukki repetir durante o anime inteiro "Como os humanos são fascinantes", realmente, somos fascinantes, o fato de cada um achar que estar certo e é melhor que o outro faz a gente lutar de uma forma bizarra. No caso visto no anime, a luta era silenciosa, feita por investigação, mas acho que Ryukki se referia também aos conflitos armados que temos no nosso mundo, ataques terroristas, e tudo pelo qual acabamos ferindo e nos destruindo só para provar que estamos mais certos e que somos melhores que o próximo. Acho que o anime mostrou a trajetória do Light como a trajetória de qualquer ser humano... Nós vivemos, lutamos a qualquer custo pelo que nós acreditamos, e no final, morremos... E tudo vira um vazio. O mundo é como um playground, e você tem ele disponível para se divertir e aproveitar (ou não) a vida como quiser... Entrando na fila pra brincar no balanço, ou então, furando-a. Achei foda a frase que o Ryukki diz no final: "Foi bom o quanto durou, aliviamos o tédio um do outro por um tempo... É Light... Foi interessante." É como a vida, tudo é vazio, e só estamos aqui matando nosso tédio de alguma forma. Agora, de uma outra visão, analizando o fato do Light determinar o que é certo e errado, muitas vezes a sociedade precisa disso, precisa ser controlada, precisa ter alguma opinião predominante em suas vidas pra ser generalizada como a verdade absoluta, claro que essa tal verdade absoluta não existe, mas é uma espécie de rédia na sociedade, se todos nós tivessemos pensamento livre, realmente, o mundo poderia beirar o caos, eu aprecio muito a idéia de livre escolha da anarquia, mas acho que não daria certo no mundo em que vivemos, não sabemos respeitar a opinião alheia, e se algum dia respeitarmos, provavelmente será tarde demais. O meu personagem favorito definitivamente foi o L, muito foda a forma como ele analisava tudo, apesar de que algumas analíses dele eram meio absurdar dele saber, mas não questiono nada, isso é ficção! Hahaha. Legal que o L veio de um orfanato de super dotados que o Watari fundou... E depois que o L morreu, tinham crianças prontas para substituí-lo como detetive, brilhante! Quem iria suspeitar de crianças? Se bem que se eu morasse no Japão, de ver o que eu vejo em animes, eu teria mais medo de crianças do que de qualquer coisa.



Foi bem legal acompanhar o anime, acho que ele não mantém o nível intenso que é mostrado no começo, mas no geral, é bem legal, me levou a refletir bastante e agir de maneira análitica, graças as investigações loucas que acontecem no desenho. Agora se coloquem na situação de Light, e se você tivesse um Death Note? Quem você mataria? Volta e meia eu me peguei pensando que se eu tivesse um Death Note mataria tais pessoas que apareceram na minha cabeça, mas acho que não preciso disso, deixem esses pedaços de carne andando por aí, se alguma merda acontecer na minha vida por causa deles, será apenas o acaso de duas energias que tem conceitos de certo e errado estarem colidindo, como eu disse... O mundo é um playground, mesmo que ás vezes o seu brinquedo preferido esteja lotado de pessoas ou então, algum valentão do parquinho tenha destruído o trepa-trepa (ok, isso foi bem sugestivo, melhor parar por aqui).

ouvindo: Dead Fish - Bem Vindo Ao Clube

Cayo.

Resto do Post

paranóia, robôs gigantes e festas de casamento



Solidão, quem nunca se sentiu sozinho? Um problema que com certeza já afetou 99.9% da população mundial, porque você se sente sozinho? Porque você precisa tanto de outro ser humano por perto para se sentir completo? Qual o sentido disso tudo? Porque você esta elndo esse texto? Com certeza existem muitos "Porques" e quase nenhuma resposta que confirme alguma coisa. A gente sofre sem sentido, o instinto e a emoção nos fazem agir de uma maneira estranha. Esses dias terminei de ver o anime "Evangelion", que tem um final que me fez refletir bastante. Já vou avisando, caso você não tenha visto o desenho e pretende ver, não leia o segundo parágrafo do post, porque vou Spoilear. Aconselho vocês a verem, só tem 26 episódios.



A história é protagonizada por Shinji Ikari, um adolescente de 14 anos que começa a pilotar robôs chamados de "Eva", para combater anjos, que vem ao mundo para causar a extinção da raça humana, como aconteceu num episódio prévio aos episódios do desenho, um desastre chamado "segundo impacto", uma espécie de Semi-Big Bang causado por um anjo, que mais tarde foi capturado por uma empresa secreta, nomearam o anjo de "Adão", e os robôs que as crianças escolhidas pilotam (junto com o Shinji, os outros dois pilotos são duas garotas chamadas Rei e Asuka) foram construidos com base no anjo que veio causar o segundo impacto, afim de botar em prática um projeto de unificação da humanidade, para assim, todos vivermos como um só. Complexo, não? O mais legal é que para pilotar os Evas, é necessário uma sincronia entre a alma do robô-anjo e do ego do piloto. O anime começa simples, dando enfâse as batalhas, os três personagens possuem estranhos problemas emocionais. Shinji perdeu a mãe e se afastou do pai, que é o dono da NERV (empresa que criou os Evas), Rei é uma garota extremamente introspectiva, que não tem um propósito para viver, Asuka meio que se obrigou a aceitar que a melhor maneira de se viver era sem ser apegado a ninguém, porém, no desenho ela se mostra incapaz de conseguir ser o que ela quer, o que faz ela ser uma pessoa arrogante e mandona. Acho que consegui resumir bem a história pra chegar no ponto que eu quero chegar, nos últimos episódios do verdadeiro final (existe um final alternativo, mas eu ainda não assisti), o foco do desenho se volta diretamente para a paranóia dos pilotos, aliás, é uma brainstorm de questionamentos com imagens muito loucas que te fazem viajar muito. Shinji esta se questionando mentalmente o motivo pelo qual pilota um eva, que ele não conseguiu responder pra si mesmo ao longo do anime, ele percebe que pilota para receber elogios e as pessoas, principalmente seu pai, gostarem dele, admirarem ele por algum motivo, tudo porque ele não quer se sentir sozinho. E o porque dos personagens se sentirem sós, é que precisamos dos outros para formamos a nossa própia identidade! É com base nos seres que convivemos que chegamos a uma falsa conclusão mental do que somos. Achei foda uma cena do último episódio, onde o Shinji se encontra num mundo completamente branco, sem nada, aquele ali é o mundo dele, onde só ele existe, ou seja, ele não consegue ser, porque não existem outros para ele se espelhar! Acredito que seja esse o motivo que nós, seres humanos nos sentimos sós, precisamos um dos outros para sermos alguma coisa, e é com base nisso, que se criaram as religiões e as crenças, precisamos de um deus, precisamos de um Jesus para nos servir de exemplo, sem a massa ter o exemplo de Jesus, é mais difícil formar uma identidade "certinha", né? Foi isso que concluí hoje filmando um casamento. Ainda ressalto que o legal do anime, é que a empresa e o própio desenho utilizamtermos "religiosos" como "Dogma", "Adão", "Eva", "Anjos", entre outros, vale a muito a pena assistir.


Esse é a parte final do último episódio (de um dos finais) de Evangelion, coloquei ele aqui pra quem se interessar de ver a parte do Shinji no seu mundo, que é completamente vazio. É logo no começo do vídeo.

Agora na boa, não gosto de igrejas, e trabalhando na filmagem de casamentos e festas no final desse ano de 2009, cheguei a conclusão de que cerimônias religiosas de casamento, e conseqüentemente as própias igrejas, são um consolo para a solidão que nós sentimos. O discurso do pastor que eu ouvi hoje pregava um apego emocional GIGANTESCO, e toda a paranóia do Shinji que eu assisti nos episódios finais de Evangelion vieram na minha cabeça. As pessoas, na minha visão, começam a freqüentar cultos religiosos porque eles preenxem o vazio, a falta de sentido, a solidão, e a busca de uma identidade que o mundo causa na mente das pessoas. A imagem de Jesus como um "Salvador" e ainda mais de ressaltarem que Jesus era semelhante a Deus, fazem todos se espelharem nele como um exemplo, e assim, criando-se a padronização generalizada do certo e errado. Como a bíblia e a igreja condena o uso de drogas, diz que a mulher tem de ser submissa ao homem, e não aprova o casamento gay, isso tudo começa a fazer parte da nossa vivência do dia a dia, além de criar um preconceito baseado nas palavras do padre/pastor na mente de muitos. É uma excelente forma de controlar o caos e a paranóia de solidão da humanidade, a igreja com certeza consegue fazer isso com sucesso! Sorte que ainda assim existem pensadores livres, que por mais que não consigam o ato de extrema perfeição de não sofrer, não se sentir sozinhos e ter uma identidade 100% própia (acredite, nenhum de vocês consegue ser você mesmo por completo) tentam atingir essa "perfeição", se é que existe perfeição. E foda-se tudo que eu escrevi aqui, porque no fim, nada disso importa.

Ouvindo: Stonephace - Yellow Brick Road

Cayo.

paradoxo



South Park é uma das séries americanas mais populares, no mundo inteiro, o conceito de personagens simples, dublagem tosca e satiras com base na cultura pop, são o principal foco da série. Bom, vocês devem conhecer a série, que também é muito famosa aqui no Brasil. A um tempo atrás tinha baixado aqui no PC um episódio do South Park que eles zuavam o Kanye West! E depois que assisti o episódio, fiquei refletindo, acabei encontrando mais do que um simples episódio cmoposto por um monte de desenhos e figuras cartunizadas de celebridades?

Todos sabem que o West é conhecido por seu super-extra-big-mega-(insiraalgograndeaqui)-ego, já deu diversos ataques na mídia por ter perdido um Grammy para a Amy Winehouse, e já discutiu até mesmo com o Thom Yorke! Mesmo assim, é inegável que o Kanye é indispensável para a música atual, o cara é um marco na história do Hip-Hop e na música. Mas acho que nós estamos muito além do ego né?

Voltando ao tópico South Park, no episódio, Jimmy cria uma piada e o Cartman entra na onda dizendo que foi ele que inventou, quando vê que a piada começa a tomar uma proporção mundial. E é aí que entra Kanye West, que diversas vezes ja foi tachado como gay na cena (vide sua richa com o cinquenta centavos), ele não aceita a piada, e começa a caçar quem começou com isso tudo.



O ponto que eu quero chegar com esse blá blá blá todo, é na imagem, que passou a ser muito mais importante do que música nos últimos tempos. Um exemplo é a Amy Winehouse, mesmo ela sendo uma grande cantora com um talento inegável, ainda assim, as suas crises e problemas com drogas são muito mais marcantes na mídia do que o própio trabaho que a cantora produz. Esses Egos-Super-Alimentados-Pela-Mídia acabam tomando o espaço para a música que existe na televisão brasileira, ou seja, mesmo morando no nosso país, é comum ver as pessoas falando que Latino é ridículo, enquanto ouve basicamente a mesma baboseira que grande parte dessas divas do Pop cantam. Mas é aí que ta! A mídia dita as tendências, ainda assim, essa tendência tem melhorado cada vez mais, visto que o cenário musical sofre hoje em dia com o risco de perder as estrelas únicas no mundo na música pelo desenvolvimento que o mesmo tem tomado nos últimos anos, compare a Lilly Allen, que julgando superficialmente, faz um som Pop, com a Britney Spears, acho o som da Lilly bem melhor, sendo que ela consegue misturar a sua vida pessoal com a música, sem falar nos vídeo-clipes com grandes conceitos. Vai ser difícil, se não impossível, ver um cantor subir no mesmo patamar que os Beatles subiram, ou até mesmo o própio Michael (que deus o tenha, LOL), acontece que antigamente eram poucas as imagens que eram tão infladas pela mídia, hoje em dia, é muita diversidade de pratos, para muitas bocas, o que pra mim, pelo menos, é BEM MELHOR!

Acho que a imagem é sim, importante para um músico, desde que seja Egocentrico como o West, até como gênio incompreendido como o Thom Yorke! Temos uma variedade de personalidades cada vez maior, na qual, pelo menos a meu ver, deixa a música mais valorizada, deixe a imagem acontecer, não se molde como algo, porque o princpial é você ser o que você é, sobrevivendo nesse mundo de influências vindas de fora. E não quero ser Spoileiro (LOL), mas no final do episódio, o Cartman da uma lição de moral no Kanye West, falando sobre ego no maior estilo Clube da Luta, e o West acaba indo nadar com o Gay Fish, com direito a uma versão (com auto-tune e tudo mais) de Heartless, fica a dica pra vocês, seja você, não o que eles querem que tu seja.

ouvindo: Lilly Allen - Not Fair

Cayo.